A ida à biblioteca foi extremamente hilária. Adivinha quem saiu do casulo ? Minha mãe. Isso mesmo: minha mãe ! (Risos) Ela, não sei por qual motivo, não gosta de sair de casa. Mas ontem fomos juntas à biblioteca.
Foi dessa forma que ela descobriu os caminhos que normalmente faço. Não foi algo legal, pois eles são estranhos, e pra minha mãe, esquisito e perigoso. Mas pra mim são caminhos normais, no qual os sigo há mais de quatro anos. Aprendi ele com uma amiga minha, a Fernanda. Fazíamos sempre ele pra irmos à escola.
No caminho, uma coisa surpreendente e assustudora acontece, provavelmente por causa da minha mãe, segundo ela, ela atrai coisas ruins. Ao virarmos a esquina do posto de gasolina, minha pergunta: "Que gritos são esses?! Ai meu Deus! Estão assaltando?! É briga?! ". Com todo o seu jeito negativamente negativo me assusto, óbvio, então procuro de onde esses tais gritos estão vindo. Era o monstro daquele cachorro da raça (se é que aquilo é uma raça) PitBull. Ele estava grudado no pobre do vira-lata, parecia que jamais iria soltar, a não ser que conseguisse tirar uma grande carne do outro. Ele estava com coleira e o seu dono a segurava. Homens do posto batiam no animal com aqueles cones de rua, mas batiam tão forte que ouvíamos de onde estavamos. Mas o bicho não largava e nem dava sinal de que ia. O cachorrinho parecia imóvel. Minha mãe começou a gritar: "Ai meu Deus! Ele matou o cachorro!". E disse: "Tá, mãe, mas vamos imbora daqui logo.". Minha mãe respondeu: "Não! Você tá doida? Ele pode vir atrás de nós". "Claro que não mãe! Ele pode vir atrás de nós se ficarmos aqui, paradas. Vamos?!". Fomos. Mas claro que ela continuou dizendo que aquele cachorro era um monstro, se já pensou se era uma criança, se fosse ela não ia aguentar e blábláblá. Até que o monstro largou o coitadinho, ele saiu em disparada, chorando, claro. E acredita que o dono do animal ainda ficou reclamando com os homens do posto ? Puts ! Cada gente nessa vida, não é mesmo? Primeiro que é lei passear com aquele cachorro do outro mundo de fucineira, é óbvio que ele estava sem. Segundo que.. qual é a dele, meu ?!! Será que ele estava achando certo seu cachorro matar outro ? Abuso, abuso, abuso !
Mas, isso ficou pra trás. Quando estavamos descendo uma rua, bem descida mesmo, e minha doidissima mãe resolveu, do nada, atravessar. Olho pra cima e vejo um garoto descendo de bicicleta em disparada na direção da minha mãe. "Menino!" - minha mãe grita. Ficou parada na rua e eu travada pensando que minha mãe ia ser atropelada por uma bicicleta desgovernada e sem saber o que eu deveria fazer. O menino desvia. Por um triz pega minha mãe. Ufa! Minha mãe foi salva. E juro que não entendi o motivo dela querer atravessar sendo que sempre ficamos naquela calçada até muito lá na frente, uns quatro quarteirões. Decidi que , realmente, minha mãe atrai coisa ruim.
Enfim, conseguimos chegar à biblioteca sãs e salvas depois de muitos "Amanda sua louca! Não faça isso!", é claro. Entreguei o livro que eu tinha terminado de ler , renovei o que estou lendo e peguei mais um da pseudônimo da Agatha a Mary Westmacott. Enquanto minha mã via mais umas revistas pra ela. Então lembrei o que eu tinha realmente ido fazer lá : pegar algum livro que falasse de cinema. Fomos, então, eu e minha mãe olhar os livros. Tinha muitos por sinal, mas falando sobre Hollywood nenhum, pra minha imensa sorte.
Bom, mas o que valeu foi a aventura ao lado da super mãe-ima-de-coisas-ruins.(Risos)
Ontem foi dia de pizza, mas pra minha sorte não teve. Ainda bem na verdade, porque a janta estava uma delícia e eu me empapucei.(Risos) Meu pai disse que hoje terá. Esperemos!
Enquanto isso vou ao buffet do meu tio trabalhar no arvorismo porque hoje tem festa. Uhu! Ter algum dinheirinho de vez enquando faz bem, não é mesmo?(Risos de novo)
Bom sábado !
sábado, 28 de fevereiro de 2009
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